Como ajudar um paciente diante das poucas chances de cura?

Lidar com pacientes com poucas chances de cura ou em estado terminal não é uma tarefa fácil, mas é algo necessário. Assim, é importante saber como agir, como cuidar e, principalmente, saber a importância de se apoiar a pessoa que está passando por esse momento. Confira algumas dicas!

Tente viver o mais normal possível

Partindo da premissa de que o foco deve ser em viver com a doença – e não viver a doença – o melhor a se fazer é viver normalmente por mais tempo possível. Fazer atividades cotidianas, como cozinhar juntos, fazer reuniões com os amigos, sair para jantar e levar os filhos (caso tenha) para brincar não só tira o foco da doença, mas também deixa o paciente mais feliz.

Respeitar as escolhas do paciente

Algumas pessoas são mais reservadas, outras, mais fechadas, e isso deve ser respeitado sempre. Mesmo que digam que contar para todos para que o paciente receba o máximo de apoio possível é a melhor saída, se o paciente não quiser dividir a doença com outras pessoas, seu desejo deve ser respeitado.

Faça perguntas

É difícil ajudar a outra pessoa sem ter curiosidade sobre suas necessidades, por isso pergunte. Uma pessoa com poucas chances de cura pode estar preocupada com vários assuntos, desde a escolha do melhor tratamento e das dores que sente, até questões financeiras. Assim, perguntar e discutir conjuntamente pode ser a melhor saída para uma série de situações.

Dê suporte verdadeiro

Diga quando você estará livre e pergunte como pode ajudar. Muitas vezes, fazer atividades cotidianas, como cuidar das crianças, ir ao supermercado, levar o cachorro para passear e limpar a casa, são um tipo bastante valioso de ajuda.

Não encoraje a falsa esperança

Por mais que pareça um ato de bondade e otimismo, ao fornecer falsas esperanças você está negando ao paciente o direito de falar sobre o que verdadeiramente está acontecendo. Ao falar sobre abertamente sobre o que se passa e sobre a gravidade da doença, tomar decisões importantes fica muito mais fácil.

Não se afaste

Conforme a doença progride e o paciente fica cada vez mais debilitado, muitas pessoas deixam de fazer visitas para não incomodar, se sentirem inconfortáveis ou, simplesmente, para não ver a pessoa sofrendo. Mas isto é um erro, pois o apoio e a companhia de outras pessoas devem existir a todo o momento.

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